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A Nossa História
Francisco Nogueira Anacleto nasceu em 1913, e casou-se em 1939. A adega Gerações da Talha passou das mãos de Estevão Raminhos para as suas, nesse ano, e a sua única filha Domingas nasceu em 1940, em casa. Por esta altura já fazia vinho de talha, nas inúmeras talhas herdadas de gerações anteriores
Produzia-se sobretudo branco, a partir da casta Antão Vaz, a casta rainha na sub-região da Vidigueira. No final dos anos 40, as carroças levavam o pipo, com um carreiro, José Alexandre, onde se transportava o vinho para vender nas tabernas de Beja. Francisco Anacleto enchia não só a sua, como a adega de Cristovão Pires, vizinho, e as talhas existentes noutra habitação sua.
As furgonetas, sempre da Peugeot, substituíram as carroças a partir dos anos 50, levavam vinho na cartola (ou pipa) que tinha uns paus com uma curvatura onde assentava a barriga da pipa, e por cima havia um funil, para encher o vinho das talhas. Depois, nas tabernas, com recurso a uma bomba de braço, manual, aspirava-se o vinho para um pipo pequeno de 50L/60L. Este pipo tinha gravado o nome do produtor, Francisco N. Anacleto.
Em 1960, funda-se a Cooperativa da Vidigueira, da qual Francisco N. Anacleto foi sócio-fundador. Os produtores passaram a vender o grosso da uva para a cooperativa.
No princípio dos anos 60, na casa dos 15-20 anos, Domingas Batalha, Maria Odete, Maria Isabel, Palmira e Domingas Anacleto posam em cima da furgoneta Peugeot. (Fotografia de mulheres).
Arlindo Ruivo casou com Domingas em 1963, e começou a aprender a fazer vinho com o sogro nos últimos anos da sua vida. Francisco N. Anacleto morre em 1992, deixando a tradição com o genro.
No final dos anos 60, Arlindo e Domingas são pais de Arlindo (19**) e Graça (1967). Graça casa com José Justino, que também fazia vinho, em 19**.
Os filhos de José Justino e Graça, José Miguel Caeiro e Teresa Caeiro, nascem em 1992 e 1995, respetivamente.
A Vitifrades, concurso de promoção do vinho de talha, foi lançada em 1998. Nessa altura, Arlindo Ruivo fazia duas ou três talhas para oferta e para o concurso, e durante todos estes anos a família manteve a tradição.

Em 2017, Teresa Caeiro faz a primeira vindima, em 2019 engarrafa o primeiro vinho (Farrapo, atualmente a gama superior) e funda a Gerações da Talha com o marido, João Enteiriço, dando continuidade à tradição e história da família.
Em 2020, Teresa e João lançam a coleção Natalha (tinto e branco).
Em 2021 lançam o primeiro palhete, Tubarão na Talha (Antão Vaz, Boal de Alicante, Arinto, Alfrocheiro, Tinta Grossa e Trincadeira) e o Manos (2021), uma experiência com o irmão José Miguel.

Em 2023 é lançado o Atão, Vás Tinto? - um Antão Vaz filtrado numa massa de Alfrocheiro.
Em novembro de 2024, João Enteiriço abre a Taberna do Enteiriço, uma taberna de petiscos tradicionais com um toque de modernidade.